Revisão de Literatura – Exc. in Reac. Journal. (Bahia) 1 (1) * jul 2026 * 10.5281/zenodo.21656468

MANEJO DE URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS OBSTÉTRICAS NA SALA DE PARTO

Autores: Karol Bezerra Maciel Braga, Macerlane de Lira Silva, Anne Caroline de Sousa e Geane Silva Oliveira.

INTRODUÇÃO

METODOLOGIA

Fluxograma 01 – Fluxograma de seleção dos estudos que compuseram a revisão integrativa

Fonte: Adaptado Prisma (2020). Dados da pesquisa (2026).

RESULTADOS E DISCUSSÃO

NAUTOR/ANOTÍTULOPERIÓDICOPRINCIPAIS ACHADOS
A1Domingues et al., 2024Mortalidade perinatal, morbidade materna grave e near miss materno: protocolo de um estudo integrado à pesquisa Nascer no Brasil IICadernos de Saúde PúblicaEvidenciou a importância da identificação precoce das complicações obstétricas graves e do monitoramento contínuo das gestantes para reduzir a morbimortalidade materna e perinatal.
A2Silva et al., 2022Assistance process to women with severe maternal morbidity: a mixed studyRevista Brasileira de EnfermagemDemonstrou que a assistência à mulher com morbidade materna grave requer atendimento ágil, monitoramento contínuo e atuação integrada da equipe multiprofissional.
A3Prata et al., 2025Atitudes de colaboração interprofissional na assistência ao parto das gestantes classificadas como de alto risco obstétricoInterface – Comunicação, Saúde, EducaçãoEvidenciou que a colaboração entre enfermeiros, médicos e demais profissionais favorece a tomada de decisões rápidas e eficazes diante das emergências obstétricas, contribuindo para a segurança materna e neonatal.
A4Gomes et al., 2024Abordagens para o manejo de complicações obstétricas durante o partoBrazilian Journal of Implantology and Health SciencesDestacou que o manejo adequado de complicações como hemorragia pós-parto, eclâmpsia, distocia e sofrimento fetal depende da identificação precoce, da adoção de protocolos clínicos e da atuação coordenada da equipe multiprofissional.
A5Pereira et al., 2024Emergências Obstétricas: uma revisão da literatura científicaBrazilian Journal of Implantology and Health SciencesEvidenciou que o reconhecimento precoce das emergências obstétricas, associado à capacitação contínua dos profissionais e ao uso de protocolos assistenciais, reduz complicações maternas e neonatais.
A6Prata et al., 2025Desmotivação no uso das tecnologias não invasivas pela equipe de enfermagem na maternidade de alto riscoEscola Anna NeryIdentificou fatores que dificultam a utilização de tecnologias não invasivas pela equipe de enfermagem, destacando limitações institucionais, conflitos interprofissionais e necessidade de fortalecimento das boas práticas obstétricas.
A7Flick et al., 2024Aspectos atuais do manejo da hemorragia pós-partoBrazilian Journal of Implantology and Health SciencesDemonstrou que a hemorragia pós-parto exige reconhecimento imediato, uso precoce de uterotônicos e ácido tranexâmico, além de medidas não cirúrgicas e cirúrgicas conforme a gravidade, reforçando a importância do treinamento das equipes.
A8Vasconcelos et al., 2024O cuidado obstétrico ao quarto período clínico do parto e o controle da hemorragia pós-parto: revisão integrativaRevista Científica MultidisciplinarEvidenciou que o monitoramento intensivo da puérpera nas primeiras horas após o parto e a utilização de protocolos assistenciais favorecem a detecção precoce da hemorragia pós-parto e reduzem a morbimortalidade materna.
A9Flores et al., 2024Abordagem na emergência obstétrica e seus fatores clínicos com evidências em violência obstétrica: revisão de literaturaBrazilian Journal of Implantology and Health SciencesDestacou que o atendimento humanizado, a adoção de protocolos clínicos e a qualificação dos profissionais contribuem para reduzir complicações e prevenir situações de violência obstétrica durante as emergências.
A10Sousa et al., 2021Atuação da enfermagem no atendimento às emergências obstétricas: eclâmpsia e pré-eclâmpsiaBrazilian Journal of Health ReviewDemonstrou que a rápida identificação das síndromes hipertensivas gestacionais, associada à atuação qualificada da enfermagem e ao tratamento oportuno, reduz complicações maternas e fetais.

Fonte: a autora, 2026.

CONCLUSÃO

REFERÊNCIAS

ANDRADE, Magna Santos et al. Morbidade materna grave em hospitais públicos de Ribeirão Preto, São Paulo, Brasil. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 36, n. 7, e00096419, 2020.

DOMINGUES, R. M. S. M. et al. Mortalidade perinatal, morbidade materna grave e near miss materno: protocolo de um estudo integrado à pesquisa Nascer no Brasil II. Cadernos de Saúde Pública, v. 40, n. 4, e00248222, 2024.

DOMINGUES, Rosa Maria Soares Madeira et al. Mortalidade perinatal, morbidade materna grave e near miss materno: protocolo de um estudo integrado à pesquisa Nascer no Brasil II. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 40, n. 4, e00248222, 2024.

FLICK, M. P. et al. Aspectos atuais do manejo da hemorragia pós-parto. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, v. 6, n. 5, p. 1195-1210, 2024.

FLORES, L. R. et al. Abordagem na emergência obstétrica e seus fatores clínicos com evidências em violência obstétrica: revisão de literatura. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, v. 6, n. 6, p. 2011-2028, 2024.

GOMES, L. A. et al. Abordagens para o manejo de complicações obstétricas durante o parto. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, v. 6, n. 7, p. 842-857, 2024.

JULIO, Michele de Moraes et al. Fatores associados à hemorragia pós-parto em maternidades durante a pandemia da COVID-19. Acta Paulista de Enfermagem, São Paulo, v. 38, eAPE001275, 2025.

OLIVEIRA, Patricia Santos de et al. Best practices in the delivery process: conceptions from nurse midwives. Revista Brasileira de Enfermagem, Brasília, v. 72, n. 2, p. 455-462, 2019.

PEREIRA, M. F. et al. Emergências Obstétricas: uma revisão da literatura científica. Brazilian Journal of Implantology and Health Sciences, v. 6, n. 3, p. 1432-1447, 2024.

PRATA, J. A. et al. Atitudes de colaboração interprofissional na assistência ao parto das gestantes classificadas como de alto risco obstétrico. Interface – Comunicação, Saúde, Educação, v. 29, e240549, 2025.

PRATA, J. A. et al. Desmotivação no uso das tecnologias não invasivas pela equipe de enfermagem na maternidade de alto risco. Escola Anna Nery, v. 29, e20240121, 2025.

PRATA, Juliana Amaral et al. Atitudes de colaboração interprofissional na assistência ao parto das gestantes classificadas como de alto risco obstétrico. Interface – Comunicação, Saúde, Educação, Botucatu, v. 29, e240549, 2025.

SILVA, A. P. da et al. Assistance process to women with severe maternal morbidity: a mixed study. Revista Brasileira de Enfermagem, Brasília, v. 75, supl. 2, e20210561, 2022.

SOUSA, F. G. et al. Atuação da enfermagem no atendimento às emergências obstétricas: eclâmpsia e pré-eclâmpsia. Brazilian Journal of Health Review, v. 4, n. 3, p. 11234-11248, 2021.

VASCONCELOS, L. S. et al. O cuidado obstétrico ao quarto período clínico do parto e o controle da hemorragia pós-parto: revisão integrativa. Revista Científica Multidisciplinar, v. 5, n. 2, e524672, 2024.

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